Posicionamento · Saúde pública

O que o mercado separa, o MediRec reúne.

No software de saúde pública, maturidade de produto, aderência ao uso real e autonomia do município quase nunca andam juntas — cada solução resolve uma ou duas e cede no resto. O MediRec é o ponto que reúne as três.

O quadrante de posicionamento

Dois eixos, duas dores que o mercado não resolve junto: maturidade de produto e aderência ao uso real. A cor mostra a autonomia — quem entrega a tecnologia ao município, e quem prende o cliente.

Quadrante de posicionamento do MediRec Comparação entre categorias de soluções pelos eixos de maturidade de produto e aderência ao uso real. O MediRec aparece no quadrante superior direito, com autonomia pública possível. MATURIDADE DE PRODUTO Produto + integração + IA Solução tecnológica Genérico Ajustado à ponta ADERÊNCIA AO USO REAL OPERACIONAL, PORÉM GENÉRICO OPERACIONAL + AJUSTADO À PONTA AJUSTADO, PORÉM DO ZERO EMRs hospitalares prontuário hospitalar Ferramentas federais padrão nacional Suítes de gestão SUS gestão municipal Prontuário de APS preso ao fornecedor Regulação municipal legado, sob medida Construção interna do zero, sob medida MediRec produto operacional · IA · ajuste da ponta autonomia para o município COR = AUTONOMIA Autônomo — autonomia pública possível Preso ao fornecedor

O que o quadrante revela: cada categoria resolve um ou dois eixos e cede nos demais. Só o MediRec ocupa o canto superior-direito — operacional, ajustado à ponta e autônomo, ao mesmo tempo.

Cada ponto representa uma categoria de solução, não uma empresa.

Por que o canto está quase vazio

O canto não está vazio por acaso, e sim pelo modelo de negócio. Suítes e ERPs vivem de receita recorrente: o cliente aluga para sempre e nunca recebe o código. Abrir um caminho de propriedade destruiria a própria fonte de receita — por isso não atravessam para o lado da autonomia.

Para o mercado, dependência é receita. Autonomia, por isso, fica fora de alcance.

Os únicos vizinhos do MediRec nesse eixo — construções internas e ferramentas federais — são autônomos, mas ficam bem abaixo em maturidade e profundidade.

Por que o MediRec está lá

O que coloca o MediRec no canto são cinco peças reunidas — comuns isoladamente, raras juntas.

01

Produto operacional

Já funciona, em produção na rede municipal do Rio desde os pilotos de 2025 — com resultados medidos em campo, não prometidos.

02

Integra, não substitui

Integra-se aos sistemas que a rede já usa — SISREG, SER, GAL, SISCAN, SINAN, eSUS, laboratórios — sem substituí-los. Onde há lacuna, entrega módulos próprios. Integra, complementa ou combina, conforme a rede.

03

IA com validação humana

Inteligência aplicada ao fluxo real da regulação, calibrada sobre os protocolos oficiais e sempre com validação humana obrigatória. Único no ecossistema SUS a levar IA até a ponta da regulação.

04

Feito com a ponta

Cada funcionalidade nasce de quem usa — ACS, médicos e reguladores. A licença inclui a evolução contínua, sem cobrança por funcionalidade e sem trava orçamentária.

Prova de impacto em escala real

Resultados medidos na operação real da rede do Rio.

−50%de encaminhamentos devolvidos em relação ao ano anterior
~40%menos erros de solicitação sobre o volume total
~700casos com indícios oncológicos priorizados em cerca de 10 mil examesTeste conduzido entre abril e junho de 2025, em colaboração com o Complexo Regulador do Rio.

Redução de devoluções conforme memorando da Subsecretaria de Atenção Primária (S/SUBPAV nº 16/2026).

A síntese

Uma posição única

Só o MediRec reúne, ao mesmo tempo, maturidade de produto, integração ao que já existe, IA na ponta sob validação humana, cocriação com a ponta e a propriedade pública da tecnologia.

Já funciona, conecta tudo, é inteligente, foi feito com a ponta — e fica com o município.

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